Bullying – A brincadeira que não tem graça!

Públicado em : 13-05-2013 | Categoria : Artigos | Compartilhe:

bullyingQuem trabalha em escolas ou tem muito contato com crianças e adolescentes frequentemente percebem brincadeiras realizadas entre eles. Alunos colocando apelidos uns nos outros, fazendo zoações.

Brincadeiras realizadas com aquele aluno mais gordinho ou muito magro, o mais alto da sala, ou o mais baixinho. Aquela criança mais tímida ou aquele adolescente mais estudioso.

Brincadeiras ocorrem de forma constante entre alunos de uma escola, ou entre crianças e adolescentes. Eles colocam apelidos uns nos outros, fazem brincadeiras e dão muitas risadas.

Mas quando será que estas “brincadeiras” começam a ir longe demais?

Risadinhas, empurrões, fofocas, perseguições, apelidos ofensivos como “baleia”, “quatro-olhos”, “nerd”. Comportamentos como estes, muitas vezes são considerados como normal por muitos pais, alunos e até para alguns professores. Mas será que essas atitudes são mesmo normais e inocentes?

Esses comportamentos ofensivos constrangem quem os recebe, gerando muita angústia e ansiedade. Quando isso acontece, esses alunos podem estar sendo vítimas de bullying.

A palavra bullying é de origem inglesa e é um termo utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (do inglês bully- valentão, mandão, brigão) ou grupo de indivíduos causando dor e angústia.

A prática do bullying se concentra na combinação entre a intimidação e a humilhação das pessoas, geralmente mais frágeis, passivas, tímidas ou que não possuem condições de exercer o poder sobre alguém ou sobre um grupo. Em outras palavras, é uma forma de abuso psicológico, físico e social, e ocorre em vários ambientes, além da escola; como em universidades, no trabalho ou até mesmo entre vizinhos.

De acordo com a psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva (2010), as formas do bullying se configuram em:

• Verbal: Insultar, ofender, xingar, fazer gozações, colocar apelidos pejorativos, entre outros.

• Físico e material: Bater, chutar, espancar, empurrar, ferir, roubar, furtar ou destruir pertences da vítima.

• Psicológico e moral: Irritar, humilhar ou ridicularizar, excluir, isolar, ignorar, discriminar, ameaçar, chantagear, perseguir, difamar.

• Sexual: Abusar, violentar, assediar, insinuar.

• Virtual: Essa forma de bullying é chamada de ciberbullying, e é realizada através da utilização de equipamentos de comunicação, como o celular e a internet, e são capazes de difundir, de maneira avassaladora, calúnias e maledicências.

Os bullies (agressores), normalmente escolhem como “alvos”, pessoas que normalmente apresentam uma baixa autoestima, e que se mostram “indefesos”. A prática do bullying podem agravar dificuldades preexistentes, como também gerar outros transtornos psíquicos.

Pesquisas recentes mostram que os transtornos psicológicos e psiquiátricos mais se apresentam nas vítimas de bullying são: transtornos psicossomáticos (dores de cabeça, cansaço crônico, náuseas, insônia, tensão muscular); transtorno do pânico; fobia escolar; fobia social; transtorno de ansiedade generalizada; depressão; anorexia e bulimia; transtorno obsessivo- compulsivo; transtorno de estresse pós-traumático.

Então percebemos que a prática do bullying não se resume em simples brincadeiras e apelidos. É uma prática séria e que traz muitas consequências a quem sofre esse desrespeito.

Claro que não tem como banir as brincadeiras entre colegas no ambiente escolar. O que a escola precisa é distinguir o limiar entre uma piada aceitável e uma agressão.

Ao perceber o bullying, o professor ou as pessoas que presenciam a situação deve corrigir e orientar. Caso a situação permaneça, medidas mais drásticas deveram ser tomadas.
Bullying só se resolve com o envolvimento de toda a escola – direção, docentes e aluno – e com certeza, com a ajuda da família.

 

Mentes que se preocupam demais!

Públicado em : 10-04-2013 | Categoria : Artigos | Compartilhe:

ansiedade

Vivemos na era da ansiedade! Neste exato momento várias pessoas no mundo estão com a sensação de aperto no peito, sentindo o coração bater mais rápido, respiração acelerada, as mãos suando muito. Na mente, um medo inexplicável, uma preocupação exagerada, na expectativa de que algo ruim está prestes a acontecer.

Esses são alguns dos sintomas de uma crise de ansiedade, um dos transtornos mentais mais incidentes na atualidade e que traz grandes prejuízos ao seu portador. Prejuízos nas relações sociais, de trabalho, e com a família.

A ansiedade é uma emoção comum a todos nós e está presente em nosso dia-a-dia. É uma característica biológica do ser humano, e muito importante para a nossa sobrevivência. A ansiedade e suas reações fisiológicas nos preparam para reagir diante de um perigo.

A ansiedade é um sinal de alerta, que permite ao indivíduo ficar atento a um perigo iminente e tomar as medidas necessárias para lidar com a ameaça. É algo que está presente no desenvolvimento normal do ser humano.

Deixando para trás o sofrimento…

Públicado em : 21-02-2013 | Categoria : Artigos | Compartilhe:

coracao_remendadoFico imaginando quantas pessoas neste momento estão passando por sofrimentos, dificuldades, situações complicadas onde não conseguem ver um caminho ou uma solução.

Isso pode ocorrer quando se perde alguém muito querido, quando se perde um emprego em que nos dedicávamos muito, quando há uma separação ou em outras situações estressantes.

Em muitos momentos de nossas vidas uma pessoa pode viver situações difíceis e de sofrimento tão intenso, que pensa que não vai dar conta, não vai suportar, que vai perder o controle de si mesma, que vai enlouquecer.

É assim que muitas pessoas se sentem quando estão diante de uma situação que não acreditam que podem melhorar ou haver uma solução.

Tem situações que realmente não temos como mudar, como a perda de alguém, ou voltar no tempo, quando tomamos atitudes erradas. Mas nem por isso precisamos ficar nos culpando por coisas que não podemos mudar.

Chega um momento em nossas vidas, que já não aguentamos mais ficar parado, sofrendo, remoendo em nossa mente todas as atitudes e comportamentos que poderíamos ter tido. Queremos mudar e começar a agir. Mudar a partir de agora!

A vida está na nossa frente para ser vivida. Olhe ao seu redor, veja, sinta, ouça as coisas bonitas que lhe cercam. Sua família, amigos, talvez seu emprego, ou mesmo seu cachorro.

Entenda a obesidade !

Públicado em : 07-02-2013 | Categoria : Artigos | Compartilhe:

mulher-pesando

O problema do excesso de peso e da obesidade tem alcançado proporções cada vez maiores no mundo todo.

No Brasil, dados estatísticos obtidos através da parceria entre IBGE e o Ministério da Saúde (2008-2009) mostrou que a obesidade e o excesso de peso têm aumentado rapidamente nos últimos anos, em todas as faixas etárias.

A obesidade é considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), uma doença complexa e multifatorial.

Fatores genéticos, metabólicos, sociais, ambientais, psicológicos, comportamentais, são alguns dos fatores que podem levar um indivíduo ao aumento de peso ou à obesidade.

O ambiente moderno é um potente estímulo para o aumento de peso. A diminuição dos níveis de atividade física e o aumento da ingestão calórica são fatores determinantes ambientais. Mas sabemos também que muitos outros fatores estão envolvidos quando comemos além da conta.

Ano Novo, Vida Nova!

Públicado em : 05-01-2013 | Categoria : Artigos | Compartilhe:

Fazer promessas para o ano novo é algo comum à maioria das pessoas. Muita gente, no último dia do ano planeja tudo que quer conquistar no próximo ano. Criam-se metas, objetivos, tudo o que se almeja no ano novo.

Todo esse ritual é muito importante, pois renova as energias, dá ânimo, motivação para começar mais um ano.

Mas, para algumas pessoas, muitas vezes o fim de ano pode gerar certa frustração quando percebemos que não conseguimos conquistar as metas estabelecidas no ano anterior.  Quando nos damos conta que o ano passou “voando” e não conseguimos fazer tudo aquilo que tínhamos programado.

Pessoas que não conseguiram emagrecer como o planejado, fazer aquela economia como tinha prometido, ou mesmo sair daquele emprego que estão insatisfeitas.